Trabalhadores das Empresas Petroquímicas e Metalúrgicas de Angola podem crusar as mãos para exigirem aumento de salários.

 Trabalhadores das Empresas Petroquímicas e Metalúrgicas de Angola podem crusar as mãos para exigirem aumento  de salários.

Os trabalhadores das Empresas Petro-quimicas e Metalurgicas de Angola, ameaçam paralisação na última quinzena do mês de dezembro deste ano, para exigir reajuste de salários, antes pagos em dólares, ao actual cãmbio.

Luís Manuel, responsável do Sindicato dos trabalhadores das Empresas Petro-quimicas e Metalurgicas de Angola, que anunciava o facto esta segunda-feira em conferência de imprensa, disse que os trabalhadores angolanos deixaram de receber os seus ordenados em dólares há seis anos, no ambito da angolanização do sector petrolifero, mas volvido esse tempo, o salário continua a ser pago a um cambio desajustado a actual taxa praticada pelo Banco Nacional de Angola.

O sindicalista afirma que várias negociações foram feitas com as entidades patronais no sentido de se resolver a situação, mas apesar das promessas, a solução tarda a chegar.

RD: Luís Manuel.

Trabalhadores das Empresas Petro-quimicas e Metalurgicas de Angola ameaçam paralisação na última quinzena de dezembro para exigir reajuste de salários.

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