João Lourenço enfrenta Juventude e afirma que não há necessidade das manifestações terminarem em violência, nem da Policia Nacional nem dos manifestantes.

 João Lourenço enfrenta Juventude e afirma que não há necessidade das manifestações terminarem em violência, nem da Policia Nacional nem dos manifestantes.

O Presidente da república, disse hoje que não há necessidade das manifestações degenerarem em violência, nem da parte dos manifestantes, nem da parte das autoridades que têm a obrigação de fazer o asseguramento das manifestações.

As declarações de João Lourenço, foram ouvidas durante discurso de abertura do diálogo com a Juventude que decorre no Centro de Convenções de Talatona, em Luanda, onde participam mais de 100 jovens, entre activistas civicos, lideres juvenis associativos e partidários, assim como distintas personalidades.

O estadista angolano que condenou a destruição de bens públicos e privados durante protestos dos cidadãos, frisou que em principio, às autoridades são pessoas de bem e que se as manifestações forem bem realizadas, não haverá necessidade do uso de força.

RD: João Lourenço-1.

Confrontado com a questão sobre o alegado privilégio que se atribui ao investimento estrangeiro no país em detrimento dos empresários nacionais, o Presidente da república, lamentou essa apreciação negativa da população, salientando que as oportunidades de investimentos estão abertas para todos.

Na sua abordagem, João Lourenço falou também sobre a empregabilidade em Angola. Para o Presidente da república, o Estado só pode empregar na função pública, mediante regras príoprias e encorajou a Juventude a ter iniciativas empresariais, através de pequenos negócios.

RD: João Lourenço-2.

E, o Presidente da Associação Nacional dos Taxistas de Angola “ANATA”, Francisco Paciente, enumerou as dificuldades que afectam os homens dos azuis e brancos.

Francisco Paciente, queixou-se da discriminação que sofrem os taxistas, apesar da sua contribuição indispensável na mobilidade das pessoas e aproveitou o seu momento para solicitar ao titular do poder Executivo, subvenção aos combustiveis dos taxistas.

RD: Francisco Paciente.

E, o Presidente da república, reconheceu o contributo dos taxistas e garantiu ter tomado boa nota as inquietações deste segmento profissionial.

RD: João Lourenço-3.

E, a conversa do Presidente da república com os jovens, alongou-se com outras intervenções. O líder Juvenil da CASA-CE, Eduardo Garcia, enalteceu o diálogo e propôs que a reforma do Estado em curso no país seja acompanhada com a implementação das autarquias.

RD: Eduardo Garcia.

Respondendo a essa pergunta, o Presidente da república, João Lourenço, voltou a dizer que o assunto está em discussão no Parlamento, referindo que as autarquias não podem ser realizadas sem uma Lei apropriada.

O Presidente da república, assumiu que está envergonhado pelo facto de Angola ser o único país que não tem autarquias.

RD: João Lourenço-4.

Em relação a polémica sobre a indicação de Manuel Pereira da Silva “Manico” ao cargo de Presidente da CNE, o chefe de Estado angolano, explicou que o mesmo foi eleito mediante concurso curricular da magistratura Judicial e rebateu as exigências feitas em determinados circulos politicos para a sua substituição, conforme apelos feitos nas duas últimas manifestações.

RD: João Lourenço-5.

Referindo-se concretamente a morte de um manifestante no passado dia 11 deste mês, o Presidente da república, condenou as escaramuças registadas entre os manifestantes e a Policia Nacional e assegurou que, em circunstância nenhuma foram usadas armadas de fogo durante os protestos.

O Presidente da república disse que, a PGR abriu um inquérito para determinar as causas das morte.

RD: João Lourenço-6.

E, o secretário-Geral da JURA, braço Juvenil da UNITA, Agostinho Kamuango, levantou várias questões, passando pela revisão da constituição da república, a calendarização das autarquias em 2021 sem rodeios e o fomento do emprego.

RD: Agostinho Kamuango.

As questões feitas, o Presidente da república, reagiu com as seguintes declarações:

RD: João Lourenço-7.

João Lourenço enfrenta Juventude e afirma que não há necessidade das manifestações terminarem em violência, nem da Policia Nacional nem dos manifestantes.

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